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domingo, 25 de agosto de 2013

Zappa Plays Zappa 2010 - Uncle Remus - George Duke Memorial

Alejo Muniz - Ecos do US Open



Sunrise

Sunrise, arte de Drew Brophy
Clique aqui para ver mais trabalhos de Drew Brophy

Billabong Womens - Aloha style



Por Bruna Lorenzete

A Billabong Womens, divisão feminina da marca australiana, apresenta sua coleção de primavera-verão com foco em duas tendências: Wave Warrior e Sol Searcher, trazendo para as mulheres peças que mesclam o estilo urbano, étnico e rock’n’roll com a pura essência do surfwear.

Com chegada às lojas no mês de setembro, Wave Warrior apresenta elementos gráficos inspirados nos guerreiros tribais, com padronagens étnicas multicoloridas, que remetem aos Astecas, e também em preto & branco geométrico, representado na estampa Kaleidos. O camuflado aparece, mas desta vez sob uma releitura tropical, que traz as folhagens como elemento principal na estampa Camu, uma das exclusivas da marca, assim como a Kaleidos. Para contrapor esse universo de cores, a Billabong Womens sugere peças com uma pitada rock’n’roll, como a regata estilo machão com estampa de caveira.



Wave Warrior apresenta ainda tecidos texturizados, peças em chiffon creponado, malhas rústicas, jacquard e lycra canelada. A cartela de cores, nesta primeira fase da coleção, é composta por branco, blue fade (azul Klein), eucalipto (verde acinzentado), mescla, preto, plum (cinza arroxeado), seared (vermelho) e charcoal (cinza).



Já Sol Searcher, tendência com peças que chegam às lojas no mês de outubro, é a representação do espírito Aloha style, com influência dos principais elementos desse lifestyle: mar, sol e surf. A estampa Island resgata os famosos coqueiros californianos em versões candy colors, conferindo romantismo e leveza a paisagem que transmite uma sensação de verão perfeito. O surf vintage aparece na estampa Hawaii, também exclusiva, assim como Island, que transporta as flores e as pranchas para uma atmosfera lúdica e contemporânea.

Tecidos leves, fluidos e com transparência são característicos deste tema que aposta em t-shirts cropped com frases do universo surfwear e em saias, longas e também na mullet versão quadrada. Já a cartela de cores do Sol Searcher brinca com a suavidade e com o frescor dos tons peacock (azul esverdeado), lipstick (rosa) e lemon tea (amarelo), além dos básicos branco, mescla e preto.



Em ambos os temas é possível encontrar os famosos biquínis da Billabong Womens (lisos ou estampados, em todas as versões como cortininha, tomara-que-caia e calcinha com elástico franzido para destacar o bumbum) além dos boardhorts (como o Run Club com tecnologia Platinum X e secagem ultra-rápida). A novidade nos acessórios (que incluem bolsas, bonés, carteiras, cintos e mochilas) são os chinelos com as estampas da coleção que coordenam com as demais peças e causam uma combinação proposital no look.

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Billabong

Jefferson Airplane - White Rabbit

Xandinho está no ar


Capa da extinta Fluir Bodyboard, com foto feita durante trip para Ilha de Páscoa

Cavada na pressão, característica do surf do Galego. Foto: Rick Werneck

Capa da revista Bodyboarding Style

Pódio no Hawaii

Xandinho e Kiko Pacheco

Equipe Quebra Mar: só fera

Xandinho e a primeira Bodyboard-Shop no Brasil
Por Rodrigo Monteiro

Tenho o prazer de trazer à memória de um dos maiores bodyboarders que o Brasil já teve. A entrevista deste mês será uma obra de ficção em homenagem a Alexandre de Pontes, ou Alex de Pontes, como os “gringos” o conheciam, ou Xande como os amigos mais próximos o chamavam, ou simplesmente Xandinho, como ele passou a ser conhecido e admirado por toda a nação amante do esporte.

Hoje, dia 25/08, completamos 20 anos sem esse ídolo, que até hoje é lembrado e enaltecido pelos seus feitos, seja pela sua personalidade ou pela sua atitude nos quatro cantos do planeta.

Esse projeto só foi possível, pela colaboração/contribuição de alguns de seus melhores amigos - Operação Resgate, Especial Xandinho está no ar!

Xandinho, como foi seu início no esporte? Quando e quem te deu a primeira prancha? Antes do bodyboarding você praticava outros esportes?
Eu ganhei minha primeira prancha do meu amigo Robertinho. Antes, pegávamos onda de peito e isopor no Leblon, Posto 11.

Quais eram suas referências no esporte no Brasil e lá fora?
Aqui ainda tinha pouca gente surfando de bodyboarding. Minhas referências eram Kiko Pacheco, meu irmão de coração, Billy Portinari, Claudio e Heraldo Marques, Guto de Oliveira e Salgado. Depois conheci Kung, Kiko Ebert, Ugo Corti e começamos a ver fotos e alguns (e raros) vídeos de bodyboarding com os gringos. Os que mais me inspiraram foram Mike Stewart, Ben Severson e Jack “The Ripper”.

Quais foram os primeiros companheiros de treino?
Além da galera do Leblon, Kiko Pacheco, Claudio Marques e Kiko Ebert. Fizemos muitas viagens.

E as primeiras competições? Quando e como foram?
Foram as etapas do circuito carioca da Amberj em1983.

E como surgiram os primeiros patrocinadores?
Foi nesta época, com os bons resultados nas competições, com a Quebra-Mar.

Quando o bodyboarding se tornou sua profissão?
Logo no início do esporte no Rio de Janeiro, com a organização da Amberj, e depois a Abberj, o esporte atraiu muitos praticantes e patrocinadores. E a galera que se destacava na época não teve muitas dificuldades para arrumar bons patrocínios. Sempre consegui negociar bem com os empresários do esporte e consegui ótimos patrocínios, que me pagavam um salário, equipamentos, viagens para competir pelo Brasil e no exterior.

Você fez parte da primeira equipe brasileira a competir o Mundial de Pipeline, em 1986. E naquela época, o campeão Mundial era definido em apenas uma etapa, em Pipeline. Qual foi o critério de seleção daquela equipe?
Foi pelo ranking da Abberj e para quem tinha condições de viajar com as despesas pagas pelo patrocinador. Naquela época, final de 85, ainda não tinha um circuito nacional, que pudesse selecionar outros atletas e os melhores estavam mesmo no Rio de Janeiro. Kung conseguiu os convites para participarmos e eu fui com Claudio Marques, Kung, Guto e Salgado.

Qual foi a sensação de pisar pela primeira vez na Ilha? Como foi aquela temporada para você?
Eu ria o tempo todo, de felicidade… em total êxtase! Já estava nervoso no avião e, quando avistamos a ilha, gritei muito alto: “Uhuuuuu, galera, é o bicho! Olha lá, Cadê Pipeline? Uhuuu! Caraca, é o Hawaii, olha lá, olha lá! Isso porque não posso falar os palavrões (risos)…

E o avião inteiro ria muito! Não me contive! Lembro de quando descemos do avião, no aeroporto de Honolulu, sentimos um vento com cheiro de terral e ficamos os cinco pulando que nem malucos na saída do aeroporto, pois era a realização de um sonho e que seria o primeiro de muitos outros de nossas vidas.

O Hawaii era um desafio, uma realização, a prova para nós e para o esporte. Era muita responsabilidade em nossas mãos, pois a partir daquela viagem, diante de toda a comunidade do surf, o bodyboarding poderia ser visto como um brinquedinho de meninos e meninas ou reconhecido como um esporte de gente grande.

E foi com este espírito que a galera pisou no Hawaii, deslumbrados com tudo aquilo que estávamos vivendo, mas com muita garra e vontade de dropar as morras, encarar os corais, os gringos, os brasileiros e qualquer outro desafio que aparecesse em nossa frente. Descemos do avião com a faca nos dentes!

Tirando Guilherme Tâmega, você foi o brasileiro mais bem sucedido em Pipeline, com três finais (quarto em 1988, terceiro em 1990 e quarto em 1992), além de outras finais de consolação. Morando no Brasil e treinando em condições tão diferentes, como você conseguia ficar tão a vontade naquela onda?
Tava no sangue! Treinei muito no Leblon e São Conrado e, quando entrava em Pipe, era como se estivesse em casa… só um pouquinho maior e mais cabuloso (risos). Sabia o que tinha que fazer, o que não podia fazer e deixava meu instinto fazer o resto.

Qual foi a melhor entre as etapas que disputou em Pipe e por quê? E como foi disputar um final com seu “pupilo” Guilherme Tamega em 92, quando de ele ficou em terceiro e você em quarto? O que vocês conversavam antes das baterias?
O melhor foi o Mundial de 1990, quando deu altas ondas também e fiquei em terceiro lugar, perdendo para Mike Stewart (campeão) e Ben Severson (vice). Chegar à final com o Guilherme em 1992 foi emoção em dobro. Para chegar à final do Mundial naquela época já era uma senhora conquista e chegando lá com GT foi ainda mais especial. Antes da final estávamos concentrados e não conversamos muito, mas com certeza, à medida em que eu passava as baterias e ele também, eu via essa possibilidade de ter dois brasileiros na final, algo inédito até então.

Aquela final do Bliss International em 89, contra o Mike Stewart ficou na memória. Simplesmente inesquecível! Praia lotada, todas as redes de TV e jornais presentes, atletas de alto nível. Aquelee foi seu momento mais marcante no esporte?
Aqui no Brasil, com certeza, pois o Mike era um ídolo imbatível e diante de todos na praia, e das câmeras de TV, a galera viu o ídolo ser derrotado pelo galego (risos)! Tudo conspirou a meu favor, até aquele helicóptero que estava filmando para a TV Globo, quando se aproximou da água na final, o vento das hélices fez um terral para minha onda e eu tirei um tubo naquele marzinho de meio metro. Foi incrível! E o Mike reconheceu minha vitória, me levantando no pódio diante da galera enlouquecida na praia!

Como era sua relação com o Mr. Pipeline, Mike Stewart?
A gente se dava muito bem. Ele era uma referência para mim em Pipe e eu procurava ficar sempre perto dele, pois as melhores ondas sempre vinham para ele e algumas boas sempre sobravam para mim. Ele me respeitava muito, acho que reconhecia minha performance em Pipe, o quintal da casa dele.

Você foi um dos que mais lutou para termos um circuito mundial, com várias etapas em diversos países. Felizmente, seu projeto foi à frente. Se fosse o presidente da IBA, o que faria diferente?
Exatamente o que fazíamos em nossa época: 100% de dedicação ao esporte, decidindo sempre a favor dos atletas e do bodyboarding. O resto é consequência desta dedicação e determinação, acreditando e agindo de acordo com o que é melhor para todos e não em detrimento de uns e outros. Sempre que deixamos a direção do esporte nas mãos de pessoas que não são ligadas a ele pela prática ou pela paixão, os interesses são voltados primeiro para o retorno financeiro que possa trazer para si próprio, e por último, serão considerados os interesses dos atletas. É assim que funciona.

Você sempre foi um cara atirado, de atitude, e deve ter enfrentado “bons bocados” nos mares pelo mundo afora. Qual foi a situação mais “cabulosa” que enfrentou?
Foram muitas. Em Pipe levei uma série de 12’ na cabeça, junto com o Claudio Marques que estava ao meu lado, remando que nem loucos para o canal, mas não teve jeito. Ainda bem que estávamos juntos e olhamos um para o outro e quase que por telepatia pensamos: “Tamos juntos nessa! Conto contigo hein???!!!” (risos)

Em Sunset, tomei uma série gigante de Oeste e meu estrepe arrebentou. Fiquei à deriva no meio do espumeiro e Claudio apareceu também ao meu lado com seu Da Kine totalmente esticado e me ajudou a ir para o canal e a sair da zona do agrião, até que consegui sair nadando.

Teve aquela situação do naufrágio quando estava indo de Recife para Noronha, quando o barco afundou e vocês ficaram à deriva em plena madrugada. Quem estava contigo nessa “roubada”?
O fotógrafo Rick Werneck estava indo para Noronha com vários tops do surf nacional e o havaiano Marty Thomas, e botou "pilha" para ir também, para produzirmos umas fotos. Consegui ir até Recife e estava na espera de um avião da FAB ou dos Correios para chegar à ilha, junto com o Marcello Pedro e seu primo, Rafael.

Rick chegou antes e ficava ligando de Noronha dizendo: "Tem altas ondas, vem logo!". Como não conseguimos o avião, resolvemos comprar o bilhete para ir num barco que estava levando carga para Noronha.  Por volta de meia noite, acordei com uma gritaria.  A bomba d'água do barco tinha pifado e estava entrando muita água na embarcação.

Começamos a jogar toda a carga no mar, inclusive engradados de cerveja e até um freezer de bar. Mesmo assim, não adiantou. O comandante inflou um bote salva-vidas em formato de "iglu", amarrado numa lancha com um pequeno motor que havia a bordo. Durante toda a operação de embarque, o comandante tentava pedir socorro pelo rádio, mas ninguém respondia.

No último "mayday", quando todos já estavam nos botes e o barco estava prestes a afundar, o comandante do super petroleiro Amazonas captou a mensagem e disse que iria nos procurar.  O mar estava batido, com cerca de 2 metros, e muita gente começou a passar mal, inclusive eu.

Depois de cerca de quatro horas, vimos as luzes se aproximando.  O navio era enorme! Como iríamos encostar dois pequenos botes naquele navio sem ser atropelados? Achamos que eles não tinham nos visto, porque o navio passou pela gente, mas alguém gritou num megafone que eles tinham nos visto e iriam manobrar para nos socorrer.

Eles atravessaram o navio na direção das ondulações e, de repente o mar ficou flat.  Encostamos os botes e fomos resgatados. O navio teve que seguir sua rota e voltamos para Salvador.  Enquanto isso, Rick estava no hotel em Noronha, jantando e assistindo o Jornal Nacional e ansioso porque não conseguia falar comigo. De repente, ele me vê na TV Globo, falando com as veias do pescoço saltando, indignado com o “comandante” e o excesso de peso daquele barco que quase nos matou.

Dizem que você era um zoador de marca maior, mas quando te zoavam você ficava bravo. Isso é verdade ou é intriga da oposição?
É tudo junto ao mesmo tempo!  É verdade, mas é intriga da oposição (risos)

Abra o baú  e conte algumas histórias engraçadas (ou tragicômicas) que rolaram nas trips, campeonatos, festas, que o grande público não conhece, mas que serão reveladas agora.
Tem muita história pra contar… Na casa de miss Milly, no Hawaii, rolava de tudo: porradaria, sacanagem com os novatos de primeira viagem… era muito divertido! A galera dizia que eu era mau motorista só por que, ao invés vez de pisar na embreagem (os carros eram todos automáticos), eu às vezes cravava o pé no freio, no meio da Highway e fritava os pneus no asfalto. Um exagero da galera! (risos).

Teve um dia em que estávamos andando de ônibus em Honolulu e o Cabra (Kiko Pacheco), que estava ao meu lado, perguntou o que dizia aquela placa abaixo da janela em todos os assentos do ônibus (Keep head and arms in).

Como eu já estava dominando o inglês, traduzi a frase para ele: “É proibido portar armas no ônibus”. A merda toda é que Kiko Ebert e Claudio, que estavam do outro lado do corredor, ouviram a minha tradução e caíram na gargalhada.

Ficaram me zoando até descermos do ônibus. Tremendo exagero deles, por um deslize tão pequeno na minha tradução (risos). Não tinham nada que ficar prestando atenção em minha conversa com o Cabrinha, muito menos contar isso depois pra toda a galera na casa de miss Milly…(gargalhadas).

Jogo Rápido:

Amigos(as) inesquecíveis no esporte?
Robertinho, Rick Werneck, Kiko Pacheco, Kiko Ebert, Paulo Esteves, Claudio Marques, Kung, Ugo Corti, Guilherme Tâmega e muitos outros.

Melhor parceiro de trip?
Sem dúvida, meu irmão de alma, Rick Werneck.

Quem era o mais alto astral?
Kiko Ebert.

O mais pilhado, que puxava o limite da galera?
Kiko Pacheco e GT.

Melhor onda que surfou no Brasil?
Cacimba do Padre e São Conrado

A melhor trip? 
Ilha de Páscoa.

Quem escolheria para agradecer? 
Muitas pessoas que passaram pela minha vida durante a minha trajetória no bodyboarding. Primeiramente a minha família, que sempre me apoiou, minha namorada Giselle, meus amigos que considero irmãos de alma, como Rick Werneck, Luizinho “Kiko” Pacheco, Kiko Ebert, Robertinho e vários outros.

Alexandre de Pontes por Alexandre de Pontes.
Sou um cara realizado, tenho muitos amigos, trabalho no que gosto, viajo o Brasil e o mundo pegando ondas, ajudo os outros e tenho sonho de ver o esporte forte e reconhecido. Amo minha família e meus amigos, sou meio bravo às vezes e zoador também. Um cara que sempre lutou muito por tudo que conquistou na vida.

Valeu, Xandinho!! Obrigado pela oportunidade da entrevista e saiba que faz muita falta, tanto para quem te conheceu bem, ou mesmo um pouco, ou até mesmo para quem apenas ouviu falar de seus feitos. Saudades! Fique na paz! Saudações masters! Grande Abraço!

Agradecimentos especiais aos amigos e familiares que participaram deste projeto. Amigos: Kiko, Gisele, Claudio, GT, Guto, Rick, Marcello e Robertinho. Familiares: Tia Adilia, Andrea, Otavio, Eduardo e Paulo. Meu muito obrigado a todos pela colaboração e pela confiança neste projeto em homenagem aos 20 anos sem Xandinho! Beijos no coração de todos!

Clique aqui para ler a íntegra da "entrevista" no site Like Bodyboard

Marco Polo nos Extremos - Oman - Parte 6

Buttons luta contra o câncer

Havaiano Buttons Kaluhiokalani: legend luta contra o câncer 
"Estou muito triste por receber a notícia de que o havaiano Buttons Kaluhiokalani está lutando o câncer no pulmão. Ele realmente é uma das pessoas mais gentis que conheci em minhas viagens. Sou muito honrado por ter passado um tempo com ele e sua família". (Cheyne Horan)

Fonte Facebook

Clique aqui para contribuir com donativos à família Kaluhiokalani

Clique aqui para ler a biografia do Buttons Kaluhiokalani no Surfline

Greg Noll e os psicopatas

California uber alles



California Über Alles

California Über Alles
I am governor Jerry Brown
My aura smiles and never frowns
Soon I will be president
Carter power will soon go away
I will be Führer one day
I will command all of you
Your kids will meditate in school
Your kids will meditate in school

California über alles
California über alles
Über alles California
Über alles California

Zen fascists will control you
Hundred percent natural
You will jog for the master race
And always wear the happy face
Close your eyes, can't happen here
Big Bro' on white horse is near
The hippies won't come back you say
Mellow out or you will pay
Mellow out or you will pay

California über alles
California über alles
Über alles California
Über alles California

Now it is 1984
Knock, knock at your front door
It's the suede denim secret police
They have come for your uncool niece
Come quietly to the camp
You'd look nice as a drawstring lamp
Don't you worry, it's only a shower
For your clothes here's a pretty flower
Die on organic poison gas
Serpent's egg's already hatched
You will croak, you little clown
When you mess with President Brown
When you mess with President Brown

California über alles
California über alles
Über alles California
Über alles California

Califórnia Acima de Todos
Eu sou o governador Jerry Brown
Minha aura sorri e nunca faz caretas
Logo eu serei presidente
O poder de Carter logo se acabará
Eu serei o comandante um dia
Irei comandar todos vocês
Suas crianças irão meditar na escola
Suas crianças irão meditar na escola

Califórnia acima de todos
Califórnia acima de todos
Acima de todos, Califórnia
Acima de todos, Califórnia

Fascistas zen irão te controlar
Cem por cento natural
Você correrá pela raça superior
E sempre fará cara de contente
Feche seus olhos, não pode acontecer aqui
O grande irmão no cavalo branco está perto
Você pensa que os hippies não voltarão
Alegre-se ou você pagará
Alegre-se ou você pagará

Califórnia acima de todos
Califórnia acima de todos
Acima de todos, Califórnia
Acima de todos, Califórnia

Agora estamos em 1984
Batidas, batidas na porta da frente
É a policia secreta de camurça agarrada
Eles chegaram para sua infelicidade
Venha silenciosamente para o campo
Você parece tão bem quanto um interruptor
Não se preocupe é só um chuveiro
Para suas roupas aqui está uma linda flor
Morra num gás orgânico envenenado
As serpentes já saíram dos ovos
Você irá ser destruído seu pequeno palhaço
Se você se meter com o presidente Brown
Se você se meter com o presidente Brown

Califórnia acima de todos
Califórnia acima de todos
Acima de todos, Califórnia
Acima de todos, Califórnia

Surfcore - Tecnologia na ponta dos dedos