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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Hurley Pro - Pico da neblina, resultados nebulosos

Trestles, na opinião de muita gente um palco de baterias de resultados duvidosos 

Hoje eu não assisti as baterias do Hurley Pro, mas li no Facebook alguns comentários revoltados com os resultados, sobretudo a bateria em que Gabriel Medina perdeu para CJ Hobgood, bem como a derrota de Filipe Toledo para Julian Wilson.

Também li um comentário de Roberto Perdigão, diretor da ASP South America, em que ele relata ter notado "falta de concentração" dos brasileiros. No mesmo post, Julio Adler, ex-competidor, blogueiro, colunista da Hardcore e Surf Portugal, diz que faltou "maturidade".

Também li alguém  dizer que a Rip Curl deveria intervir na preparação de Gabriel Medina e contratar um treinador para o lugar do pai dele.

Mas, o comentário que  mais chamou minha atenção foi escrito pelo ex-competidor Tony Vaz, um surfista experiente, um dos pioneiros do surf progressivo no Brasil, hoje é um respeitado programador e webmaster do site Surfcore.

Diz ele: "Como nunca posso assistir as baterias ao vivo do WCT por causa do trabalho, sempre revejo as baterias dos brasileiros e as finais pelo site do evento. Hoje não posso deixar passar em branco minha opinião sobre duas das baterias que tiveram nossos canarinhos na água.

Medina X CJ Úlltima onda do ex-campeão mundial não poderia estar no mesmo patamar das duas ondas iniciais da bateria. Floater, floater, meio floater, passada, lambida, lambida e outra escorada... Pelo amor de Deus...

Toledo X Wilson A manobra na direita do brasileiro foi a melhor manobra da bateria, longe. Como aquele monte de micro-manobras de Julian Wilson na sua quarta apresentação para a esquerda poderiam chegar ao menos perto daquela direita? Ridículo, novamente."

Bem, vi as baterias no Heat on Demand e fiquei bem desapontado. Erros acontecem, claro. Mas, precisam errar demais para achar que os brasileiros perderam estes confrontos, com uma clara supervalorização das notas dos rivais.

Acompanho estas baterias do circuito mundial desde 1986. E não é novidade ver brasileiro prejudicado. Mas, nem por isso a gente deixa de se aborrecer. Também acompanho a carreira destes garotos. Todos talentosos e guerreiros. Deve ser muito frustrante perder nestas condições, com resultados questionáveis e julgamento imparcial.

Garotas ganham campeonato em Trestles

Gatas disputa etapa em Trestles no ano que vem
A ASP (Association of Surfing Professionals) anunciou nesta terça-feira a realização de uma prova do circuito feminino em Lower Trestles no ano que vem. O evento, ainda sem patrocinador definido, vai rolar paralelamente ao masculino Hurley Pro.

"Lower Trestles é uma das ondas de alta performance do planeta e estamos absolutamente encantadas que as melhores surfistas do mundo vão estar aqui em 2014", diz Jessi Miley- Dyer, Tour Manager da ASP. "A inclusão desta prova indica o compromisso desta gestão da ASP para melhorar o circuito feminino", completa a dirigente.

A próxima parada do circuito feminino é o Roxy Pro France, de 24 a 30 de setembro.

Indo Sessions - Marcelo Gomes entra na onda




Surf esporte olímpico?

E você, apoia o surf nas Olimpíadas?

Os idealizadores do projeto “Surf 2016” apresentaram em abril, ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, todos os argumentos para que a modalidade seja exibida ao mundo na abertura dos Jogos Olímpicos 2016, no Rio de Janeiro. A cidade é o principal berço do esporte no país, e tem maior legitimidade na cultura do surfe, ou seja, mais de um milhão de pessoas são praticantes.

Muito animado com a audiência, o ministro se comprometeu com o movimento a enviar uma carta ao presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, e ao presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e presidente da Rio 2016, Arthur Nuzman, para que a modalidade seja incluída nas Olimpíadas de 2016, não como esporte de competição ou oficial, mas como de exibição. Ele destacou ainda a importância da prática do esporte na saúde.  

Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Surfe (CBS), Adalvo Argolo, o ministro Aldo foi bastante receptivo ao movimento e demonstrou conhecimento e encanto pela modalidade. “Ele falou com propriedade e conhecimento sobre a grandeza desse esporte, que também é um fator de inclusão social. Ele parecia um surfista”, afirmou Argolo, muito otimista com o resultado do encontro. 

O líder do movimento Romeu Andreatta, ressaltou a oportunidade de mostrar o surfe ao mundo, e para isso nada melhor que os Jogos Olímpicos do Rio em 2016. “Estamos muito felizes, pois além de ouvir nossa reivindicação, o ministro nos apresentou os projetos de fomento do ministério, e também as parcerias firmadas com as secretarias estaduais de educação e Ministério da Educação”, afirmou Andreatta que aproveitou o momento para entregar uma prancha de surfe ao ministro.

“O surfe vem crescendo no Brasil como esporte e como estilo de vida. Temos praias e clima propício à prática da modalidade, além de sermos a terceira potência, perdendo apenas para os Estados Unidos e Austrália. O esporte que tem 35 milhões de praticantes em cem países movimenta R$ 9 bilhões de consumo no Brasil e U$22 bilhões no mundo”, finaliza o líder do Surfe 2016, Romeu Andreata.

A campanha “Rio 2016: Surfe nas Olimpíadas” foi lançada em março do ano passado, com a publicação de um dossiê, que se transformou no movimento “Surfe 2016”, inspirado no grande ídolo do esporte, o surfista havaiano Duke Kahanamoku, bicampeão olímpico de natação, em Estocolmo, 1912 e Antuérpia 1920.

Hurley girls no Wavegarden - Brincadeira no piscinão

Inside the Monster - Teahupoo documentada

Fiesta no Hawaii - Uma barca Roxy IV - gatas aceleram

Análise de cera de ouvido da baleia revela exposição aos poluentes

Vista aérea de Saquarema - Um passeio de paramotor


Worst Ranking - Os 5 piores filmes de surf


Passeando por sites gringos, fiz um levantamento do que seriam os piores filmes de surf da história. Candidatos não faltam, mas seguem os Top 5.

1 Surf Nazis Must Die

2 Blood Surf (Krocoylus)

3 North Shore

4 Point Break

5 Blue Crush

Red Nose - Rebellion - Um filme de skate




Boards Co apresenta wetsuits da O'Neill


Por Monica Rentroia

A O’Neill promove nesta quinta-feira (19/09) um coquetel aos convidados da loja Boards Co, no Rio de Janeiro (RJ) num grande happy hour a partir das 18 horas.

O motivo é o lançamento da coleção de roupas de neoprene e a comemoração dos dez anos de atividade da loja.

A O´Neill foi fundada em 1952 por um jovem surfista chamado Jack O’Neill, pioneiro no mundo como inventor da roupa de neoprene. A marca sempre esteve à frente do seu tempo, permitindo que surfistas e snowboarders ao redor do planeta pudessem permanecer por um longo período dentro da água ou em contato com a neve.

Com a evolução dos anos, as wetsuits ganharam fechamento Zen Zip System que não deixa entrar água, tem maior durabilidade e é utilizada não só no surf, mas em vários esportes náuticos. A novidade é a linha feminina que une estilo mais funcionalidade.

Entre os produtos top de linha disponíveis na Boards Co estão Psycho 1, Psycho 3, a lycra Hyperfreak L/S Crew, além da feminina, sucesso entre as surfistas, Bahia L/S Short Spring.

Venha conhecer os produtos, brindar com a gente, assistir aos vídeos e participar de sorteios!

A Boards Co fica localizada à Galeria River, Arpoador, Rio de Janeiro.



Chloé Calmon - Um passeio na França

Hurley Pro - Highlights do segundo dia

Jogos inesquecíveis: Cruzeiro 5 x 4 Internacional - Libertadores 1976

Fiesta no Hawaii - Uma barca Roxy III - mergulho com tubarões

As gatinhas ousadas da BabeAdventure



Granger Larsen - Ilha de Maui

Making Of Ok Dok - Coleção Verão 2014

Kate Upton - Beach Bunny Bikini



Gabriel Medina - Surf é tudo

Pro France 2013 - Uma paródia sexista

Califórnia 1947 - San Onofre, Malibu, Ventura Overhead...

Água Fria - Adriano na Califa