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Gary Linden, um gênio do shape. Foto: Transworld |
Quando e por que você começou a fazer pranchas?
Comecei a shapear em 1967 para que eu pudesse ter uma prancha com "V" bottom como estavam começando a fazer na Austrália. Era o começo da revolução do shortboard e minha primeira prancha era uma 8'0 ".
No início deste ano você caiu em Jaws. Você pode nos falar da sensação de cair em uma onda tão icônica? O que passou pela sua cabeça quando estava prestes a cair lá?Na verdade, o dia foi perfeito para uma primeira vez. Eu tinha checado o mar do barco durante a manhã inteira, tentando descobrir todas as nuances para preparar um evento de ondas grandes que será realizado lá. Ben Wilkenson se ofereceu para me emprestar sua prancha. É por isso que todo mundo adora o Big Ben! Com essa prancha eu sabia qual a onda deveria pegar. Então tudo o que restava era pegar a onda. A primeira série parecia perfeita e eu remei. Aí, me senti muito bem. Foi muito especial!
Você tem feito pranchas há mais de 40 anos, então o que te inspirou a fazer algo diferente a partir de natureza?Comecei imaginando usar a árvore inteira como meu único recurso. Ela era especial por ser mais do que apenas um produto da natureza.
Você acha que um bloco vindo de árvore pode ser vendido diretamente para o consumidor?Não é um produto pronto para o consumidor, mas vai chegar um
momento, em um futuro próximo, em que eu espero que isso se torne uma
opção.
Você faz parte de muitos momentos legais e originais do surfe. Como a indústria do surf mudou ao longo de sua carreira?
Eu tenho sido tão feliz por, basicamente, ver e ser uma parte da evolução do surf moderno. Em muitos níveis as coisas são completamente diferentes em termos de materiais. Mas, no final os objetivos permanecem os mesmos - produzir grandes blocos para surfar as ondas e desenvolver roupas de borracha que ajudam na evolução do esporte.
Fonte Transworld
Eu tenho sido tão feliz por, basicamente, ver e ser uma parte da evolução do surf moderno. Em muitos níveis as coisas são completamente diferentes em termos de materiais. Mas, no final os objetivos permanecem os mesmos - produzir grandes blocos para surfar as ondas e desenvolver roupas de borracha que ajudam na evolução do esporte.
Fonte Transworld