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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

TB Bali 13 - Taj na quebradeira



Project Clean Uluwatu - Que os deuses protejam o pico


•Project Clean Uluwatu• from Francesco Thilo Sili on Vimeo.

Heavy Lero - Novo programa de Gastão Moreira




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Billabong XXL - Maya Gabeira despenca em Nazaré


The Ductumentary - O tutorial de Joel Tudor


The Residents - Inquilinos do caos lançam Theory of Obscurity


TV americana investe na imagem do surf


A próxima temporada da TV americana pode trazer duas séries com temática bastante similar.

Dois pilotos atualmente em produção serão ambientados em Malibu, durante décadas importantes para a cultura surf. Enquanto o canal americano CW irá produzir uma série ainda sem título focada boom do surfe dos anos 1960, o ABC está preparando “The Point”, passada na década de 1970.

Criada por Rebecca Sinclair (roteirista de série “90210″), a série do CW acompanhará a vida de um grupo de surfistas de Malibu em 1961, mergulhando na temática da cultura idílica da praia e pegando carona em eventos históricos – movimentos dos direitos civis, feminismo, crise dos mísseis em Cuba, Guerra do Vietnã – como pano de fundo.

Em estágio mais adiantado, “The Point” será estrelada por Rob Lowe (série “Parks and Recreation”), que divide a autoria do projeto com Kevin Falls (série “Franklin & Bash”). Sua trama gira em torno de uma mãe solteira e seus dois filhos adolescentes que se mudam de Indiana para Malibu no verão de 1976, quando o local se tornou point obrigatório (daí o título) de uma nova geração de surfistas.

A série é livremente inspirada na vida de Lowe, que cresceu em Ohio antes de se mudar (ainda na adolescência) para Malibu, juntamente com a mãe e o irmão.

Nenhum dos dois pilotos tem cronograma de gravação definido e nem garantia de transformação em série. Eles precisam ser aprovados por seus respectivos canais antes de virarem atrações televisivas.

Fonte Daniel Medeiros / Pipoca Moderna

As patadas de Freddy P

Havaiano Freddy Patacchia mete a boca durante entrevista ao site português Ionline. Confira abaixo
Fredrick Patacchia não se inibe de dizer publicamente o que lhe vai na cabeça mesmo que isso lhe custe, volta não volta, uma multa da Association of Surfing Professionals (ASP). Nascido na Califórnia mas a viver do Havai desde pequeno, o surfista de 31 anos veio para Portugal competir no campeonato do mundo em Peniche e, porque gosta de cá estar, decidiu ficar mais tempo e participar no Cascais Billabong Pro, a decorrer até domingo na praia de Carcavelos. 

Como as semelhanças entre Freddy P. e Bobby Martinez são muitas, o segundo surge várias ao longo da conversa. Para os que não conhecem o personagem, fazemos aqui uma breve apresentação: de origem mexicana e actualmente com 31 anos, Martinez entrou para o circuito mundial na mesma época que Patacchia, mas, após ter sido suspenso pela ASP, retirou-se de cena em 2011, num discurso transmitido em directo na internet e nos ecrãs em Long Beach, durante o Quiksilver Pro New York. 

"Não quero mais fazer parte desta merda de circuito de ténis wannabe!", disse na altura, criticando, com sentido de humor e palavrões, o sistema de qualificação que então estava a ser adoptado.

Vimos nas notícias que o mar destruiu recentemente parte do jardim de tua casa. O que aconteceu?

Sim, é verdade. O mar começou a avançar, como acontece em França e noutros países europeus - é por isso que eles querem preservar as dunas, para impedir a subida do nível da água. Isso também se passa no Havai e infelizmente parte do jardim de minha casa foi destruído.

É a tua única casa?

Não, tenho duas, mas esta é a única que tenho na praia e neste momento está avaliada em 3,5 milhões de dólares, por isso arranjar tudo vai sair-me caro. Meteram lá sacos de areia para evitar que o mar avance mais e destrua a casa, mas estamos limitados por aquilo que o Estado nos deixa fazer, que é muito pouco. Em termos legais, se o mar nos levar a casa, não a voltamos a ter. Mas a vida é mesmo assim e, se a mãe natureza decidir fazê-lo, não há volta a dar. Coisas destas acontecem por toda a parte e ter ficado com o jardim destruído não é o fim do mundo.

Com a ZoSea, empresa que agora detém a ASP, que mudanças achas que vão acontecer?

Acho que nos próximos três anos, com a nova empresa à frente da ASP, as mudanças vão ser feitas devagar. As coisas estão tão sedimentadas que, pessoalmente, acho que eles numa fase inicial vão tentar fazer do surf uma coisa melhor para o público. Com a transmissão online a falhar com frequência, há muitas pessoas que desistem de acompanhar os campeonatos porque perdem a paciência. Penso que os webcasts vão melhorar e vamos estar mais vezes na televisão. Os 32 surfistas do circuito mundial vão ser mais bem apresentados para que as pessoas, que ali estão a acompanhar as provas possam ficar a conhecê-los melhor. Neste momento, a maioria só sabe quem são os top 5. Quanto a critérios de julgamento, julgar ondas é sempre difícil porque só pode ser feito com base na percepção pessoal de cada um e nem sempre todos estão de acordo. Isso não vai ser fácil, mas penso que os júris vão começar a ser mais responsabilizados pelos erros que cometem.

Que mudanças querias ver?

Quero vê-los a ser melhores a usarem-nos. Somos apenas 32.

Sentes-te mal usado? Desperdiçado?

Claro que sim. Eles apenas usam, o que em parte é justo, o Kelly Slater, o Joel Parkinson, o Mick Fanning e, por vezes, o Taj (Burrow), o Julian (Wilson) e o John John Florence. Mas, por exemplo, para o nível de surf do Adriano de Souza, que já esteve em número 1 do ranking, raramente vemos o seu outro lado exposto e ele tem uma história de vida muito interessante. O Kai Otton está em 7.o da tabela e quase ninguém ouve falar dele, provavelmente há muitas pessoas que nem sequer sabem quem ele é. Somos todos diferentes, vimos de contextos diferentes, surfamos e abordamos o surf de forma diferente, e acho que são as histórias de cada um que ajudam a vender o desporto. Penso que, se hoje em dia ainda estamos onde estamos, é porque eles andaram durante anos a pegar sempre nos mesmos. Os fãs querem conhecer os atletas e ter razões para torcer por eles - seja porque a minha casa se está a desmoronar à beira-mar, seja porque o Jadson André está quase a conseguir requalificar-se para o circuito ou por outra razão qualquer. Agora, se as pessoas não têm razões para torcer por este ou por aquele, não vamos passar de onde estamos. Porém, acho que estas mudanças que estão para acontecer já não vão ter um grande peso na minha carreira, mas espero que os meus filhos possam ver um circuito mundial de surf melhor, caso decidam ser surfistas.

Há quem diga que és a versão havaiana do Bobby Martinez. Concordas?

[Risos.] Sim. Crescemos a surfar juntos, éramos putos quando nos conhecemos na Califórnia, tínhamos para aí 13 anos. Chegámos à praia e vínhamos os dois com uma prancha com uma pintura à Tom Carroll e na nossa categoria éramos os melhores goofys [pessoas que põem o pé esquerdo atrás na prancha]. Somos muito amigos e bastante parecidos também, por isso as pessoas tendem a confundir-nos. Mas fico muito contente por me compararem com ele, é um bom tipo e um excelente surfista.

E concordaste com ele quando, em 2011, num discurso polémico em directo, se demitiu em pleno campeonato de Nova Iorque, comparando o surf com o ténis?

O Bobby sempre teve opiniões muito fortes. Concordava com ele no sentido em que a ASP estava a fazer muitas mudanças muito drásticas. Implementar o corte no ranking a meio do ano foi muito estúpido. Puseram-se a mexer na forma como os surfistas do WQS [World Qualifying Series] se qualificavam e começaram a fazer algumas coisas sem sentido... Parecia que não estavam a reflectir e apenas decidiam "agora vamos fazer isto". E foi por isso, por estarem errados, que de repente optaram por voltar ao esquema de qualificação antigo. Penso que o Bobby tinha razão em certos aspectos e gostava que tivesse continuado no circuito a defendê-los, ainda hoje lhe digo isso. Mas ele é teimoso, disse ao público que não ia voltar enquanto as coisas não mudassem e foi fiel às suas convicções.

É pena porque ele tinha algo a dizer...

Sim, infelizmente, nos últimos anos, a ASP tem-nos impedido de ter as nossas opiniões. Por exemplo, eu farto-me de ser multado, sabes? Por dizer as coisas que digo. O Bobby também foi punido nesse evento. Por vezes dou umas pequenas facadas na ASP e, volta não volta, sou castigado, mas temos de ter a nossa opinião. Não é fácil, é o desporto de que mais gosto, a ASP é a única associação que o organiza e, se queres continuar a ser surfista profissional, tens de estar com eles. É uma relação de amor-ódio, mas penso que esta questão vai melhorar e o Bobby vai ficar contente com isso e, quem sabe, talvez volte.

Ainda falas muito com ele?

Sim. Teve uma filha há pouco tempo.

E tem jogado ténis?

[Risos.] Não, não tem jogado ténis, mas está bem, tem andado a praticar jiu-jitsu, continua a treinar muito, adora boxe e ainda surfa melhor que eu.

As ondas aqui em Portugal não têm estado muito boas...

Sim... Mas gosto muito de Portugal. Há muitas ondas para surfar aqui, de Peniche a Carcavelos passando pela Ericeira. É bom porque podes encontrar um pico e surfar lá praticamente sozinho com meia dúzia de amigos. Gosto muito disso em Portugal. Quanto às ondas neste momento, isto é um WQS e as condições nem sempre estão perfeitas. Quando estás a surfar num evento que não é um WCT [World Championship Tour] já estás à espera que as ondas não estejam assim tão boas, por isso não me faz muita diferença. Gosto muito desta zona e a minha mulher e a minha filha também. Não precisava de competir neste evento por estar a precisar de pontos para o ranking e provavelmente devia estar a resolver os problemas da minha casa, mas apeteceu-me ficar cá a surfar. Os meus pais vivem perto de mim e têm lá estado a tratar das coisas, temos estado em contacto com os nossos advogados e com as pessoas que estão a tentar ajudar-nos. Tal como noutros locais, quando alguma coisa má te acontece a comunidade junta-se para te apoiar. No North Shore (da ilha de Oahu) todas as pessoas se conhecem, só há um supermercado e um sítio para tomar café. É um local muito pequeno e familiar.

Qual é a origem do teu apelido?

A origem é italiana, de uma família que vivia perto de Roma. Sei que vem da palavra "patacca", que significa "moeda", e, segundo o que o meu avô descobriu, porque ele interessa-se muito por estas coisas, a nossa família cobrava impostos.

Também temos essa palavra em português e por vezes usamos a expressão "comprar alguma coisa por meia dúzia de patacas".

Pois, talvez tenha o mesmo significado. É engraçado sabermos estas coisas dos nossos antepassados.

Estiveste lesionado no início do ano e agora estás com uma protecção no pé. Ainda não estás a 100%?

Isto é uma lesão antiga que fiz em Janeiro e me fez faltar aos três primeiros campeonatos da época. Mas tem-me estado a incomodar aqui em Portugal, por isso ando com o pé ligado, foi um fisioterapeuta que me ensinou a fazer isto como deve ser. A protecção serve apenas para a ligadura não sair dentro de água. Mas diria que estou curado a 95%.

O título vai ser ser disputado em tua casa. Em quem apostas, Slater ou Fanning?

Essa pergunta é tramada. O Mick tem estado tão consistente e determinado este ano e o Kelly é sempre um enigma... Depende muito daqueles com quem forem calhando no caminho. Mas penso que o Kelly é bem capaz de ser campeão este ano, já esteve tantas vezes nesta situação... Já o Mick acho que nunca teve de discutir o título com o Kelly em Pipe. Foi aborrecido para o público português não ter sido decidido aqui, mas estou contente por isso ir acontecer no Havai.

Fonte Ionline

Above the Ocean - Surf acima de tudo




Por Kaléu Wildner

Above the Ocean é minha nova produção feita na Indonésia durante a temporada 2013. 

O surfista João Marcelo Exes, nômade e fissurado pelos cilindros mais perfeitos deste planeta, interpreta esse curta-metragem. 

O filme ainda apresenta os surfistas Eric de Souza, Guliherme Tripa, Ian Cosenza, Stephan Figueiredo entre outros.

A produção estréia no Mimpi Film Fest, que será realizado nos dias 21 a 24 de novembro em Porto Alegre (RS).