sábado, 7 de setembro de 2013
Quem sabe faz a hora
Tomas Hermes se dá bem na ilha de Açores
O catarinense Tomas Hermes acaba de garantir título do Sata Airlines Azores Pro, etapa Prime do WQS disputada na ilha de Açores, Portugal, vencendo o australiano Adam Melling na final.
Pela vitória, o catarinense leva US$ 40 mil, além de somar 6500 pontos no ranking da ASP.
Brasil Surf - A revista que começou tudo
Por Luis "Fedoca" Lima
Em 1975 dois garotos de 17 anos, Alberto Pecegueiro e Flávio Dias, colegas de colégio, puseram em prática uma ideia que mudaria a historia do surf brasileiro, a criação de uma revista de surf.
Influenciados pela bíblia do surf, a revista americana Surfer magazine, os dois começaram a se mexer com o apoio fundamental de Juvêncio Dias, pai do Flavio - que tinha uma gráfica e experiência com o processo de diagramar, montar e comercializar.
Assim nasceu no quarto do Flavio, no Lido, Copacabana, a Brasil Surf, a primeira revista de surf do Brasil.
Anos depois, o produtor de cinema Roberto Moura e o diretor de televisão Olivio Petit se uniram e contaram a história da revista num documentário, BrasilSurf.doc.
Eles chamaram o Silvio Arnaut para a assistência, e com a produtora Massangana realizaram esse documentário sensacional, que teve a Pré-estréia nesta última terça-feira no Festival do Rio 2012, Estação SESC de Botafogo.
Através dos depoimentos de diversos surfistas e profissionais envolvidos com a produção da revista, o filme conta como foi essa empreitada que durou quatro anos até a última BrasilSurf, lançada em Janeiro de 1979.
Os produtores Alberto Pecegueiro, Flávio Dias, Rubens Gimenez, Carlos Magalhães, os surfistas Rico de Souza, Ricardo Bocão, Otávio Pacheco, Ricardo Bravo, Cauli Rodrigues, Fred d’Orey, Lipe Dylong, Tico, Daniel Sabba, Luis Salla Feio, Wady, os fotógrafos Fedoca, Rogério Erlich, Freddy Koester, Mucio Scorzelli, Klaus Mitterdolf, falam, surfam, e viajam num tempo mágico do surf nacional.
Essa história é contada com uma rica pesquisa de imagens fotográfica e de filmes, mostrando o panorama de Ubatuba, Saquarema, Hawaii, Pier de Ipanema e costumes da época.
Fonte Ricosurf
Surf é atitude
Chinesas tocam uma sem prazer
A foto acima é real e foi tirada num banco de esperma na China.
As senhoras que fazem o serviço não são enfermeiras nem profissionais de saúde, são mesmo “punheteiras”, uma profissão que é reconhecida na República Popular da China.
Nos Estados Unidos por exemplo fornecem aos homens revistas pornográficas para ajudar ao serviço, na China são mais avançados. As senhoras recebem um salário de cerca de 1200€ e é uma profissão de risco 4, devido à probabilididade de lesão por movimentos repetitivos.
Por certo que criando este novo emprego, a taxa de desemprego ia diminuir e a taxa de dadores nos bancos de esperma iria aumentar.
Fonte Jornal da Net
Duke Kahanamoku - Legend mais lendário
Por Gustavo Cabral / Datasurfe
The big kahuna Preocupação com os outros, coragem na adversidade, humildade na vitória, espírito esportivo na derrota
Embaixador do Hawaii, pai do surf moderno, apontado surfista de século pela Surfer, Duke Paoa Kahanamoku foi um personagem ímpar na história do surfe. Segundo seu biógrafo Joseph Breman, ele representou o Hawaii no sentido mais nobre. Mais que reconhecimento a sua terra natal, ajudou a resgatar a auto-estima de um povo de história milenar, subjugado por quase um século.
Nascido em 1890 em uma rara família 100% havaiana, Duke tinha grande aptidão para o mar, natural traço ancestral polinésio. Desenvolveu jovem uma técnica peculiar de natação que incluía o chamado kahanamoku kick e que lhe dava grande vantagem sobre os demais.
Em 1911, estreou em uma prova em Honolulu com recordes tão abaixo dos vigentes, que os resultados foram contestados. No ano seguinte repetiu os feitos em excursão pelo continente e ganhou vaga para a Olimpíada em Estocolmo, onde bateu o recorde mundial dos 100 metros e recebeu a medalha de ouro do rei da Suécia.
Ele voltaria a ser campeão olímpico dos 100 metros (com novo recorde) após a Primeira Guerra Mundial, nos Jogos da Antuérpia, em 1920; foi então condecorado pelo rei da Bélgica. Seria enfim superado em 1924, em Paris, por Johnny Weissmuller- ator dos clássicos filmes de Tarzan.
Apesar do sucesso olímpico, Duke conviveu com a limitação de recursos boa parte da vida. Trabalhou na nascente indústria cinematográfica de Hollywood, em papéis disponíveis à época em filmes norte-americanos para alguém de sua etnia. Rebateu racismo com aloha, e na maturidade alcançou o devido reconhecimento.
Em suas excursões, fez demonstrações de surfe que plantaram a semente do secular esporte havaiano pelo mundo.
Em fevereiro de 1915, na Austrália, inconformado que o surfe não era praticado em um lugar com tantas ondas, fez uma prancha e surfou diante de uma multidão em Harbour Beach - então Freshwater. Foi o marco zero do surfe australiano.
Fez demonstrações também nos EUA, na Europa e na Nova Zelândia, muitas vezes de tandem - levando alguém de carona. Teve contato com celebridades e nobrezas de diferentes países, tendo ele mesmo descendência nobre. Em 1920, ensinou o príncipe Albert a surfar em Waikiki.
Algumas de suas histórias são míticas.
Em 1917, surfou uma onda de mais de 20 pés que começou em Castles, passou por Public Bath, Cunha Surf e terminou em Queens - mais de dois quilômetros.
Em 1925, estava em Corona del Mar, na Califórnia, quando o mar revolto emborcou um barco pesqueiro. Das 17 pessoas a bordo, 12 sobreviveram, 8 salvos por Duke, único que conseguiu varar a arrebentação três vezes seguidas com sua prancha.
A papa nui (tradicional prancha havaiana de madeira) que usava na juventude tinha quase cinco metros e pesava mais de 50 kg. Não tinha quilha e a rabeta era quadrada.
Com a maturidade, estabilidade. Em 1934, foi eleito County Sheriff em Honolulu como democrata; casou-se em 1940 e tornou-se republicano. Estava no ofício em dezembro de 1941, quando Pearl Harbour foi bombardeado; afastou-se em 1961.
Em 1965, criou Duke Team, com Paul Strauch, Joey Cabell, Fred Hemmings e Butch Van Artsdalen. No mesmo ano, Sunset Beach passou a sediar um evento anual em sua homenagem, o Duke Kahanamoku Invitational.
Duke morreu em 1968; foi cremado e suas cinzas jogadas ao mar em Waikiki.
Referências Duke - The life story of Duke Kahanamoku, de Joseph Breman
Answers.com / Legendary Surfers / Surfline / Duke Foundation /Wikipedia

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